Puxa, estou um pouco decepcionado comigo mesmo em relação a este blog. Eu deveria ter uma frequência muito maior nas minhas postagens aqui. Quando o idealizei, acreditava mesmo que seria possível fazer uma por dia ou pelo menos uma a cada dois dias, no máximo três. Porém, como vocês já devem ter notado isto não está acontecendo. Até há uma relativa explicação para isso, mas como é num âmbito muito pessoal não vou mencionar aqui, de qualquer forma, haveria ou melhor há a possibilidade de ter uma frequência e um cuidado maior com este blog e me faço essa autocrítica, essa reprimenda, neste sentido, assumindo um compromisso de dedicar um maior empenho, um esforço mais concentrado para mudar esta realidade.
Para piorar a situação este post de hoje chega com dois dias de atraso, uma vez que já virou a meia-noite e estamos na primeira hora de um novo dia. Mesmo assim, como eu não quero deixar batido esta data e a reflexão a que ela me remete (e a qual quero compartilhar com vocês), cá estou para sugerir que comemoremos juntos o dia das crianças.
Isso mesmo, um feliz dia das crianças! Que possamos estar sempre tratando nossos pequenos (e a todos eles) com todo o amor, todo o carinho, toda a atenção, toda a compreensão, todo a paciência e tudo mais de bons sentimentos que eles merecem. Que nunca, por nenhum momento se quer, deixemos de esquecer que eles são o futuro do planeta e que nossa responsabilidade em educa-los, em ajudá-los para que possam se tornar grandes pessoas, de ótimo caráter é muito grande e que não podemos transferi-la para ninguém.
Também que nesta data, façamos uma reflexão, fechemos os olhos e tentemos buscar lá no fundo da memória, no mais esquecido e distante ponto dela (para aqueles de mais idade, como no meu caso, obviamente) a essência daquele sentimento mágico, puro e inocente que é a infância.
Como diria Che Guevara que a gente não perca a ternura jamais. Que cresçamos, mas que nunca nos esqueçamos que a vida é mais, muito mais, do que esta batalha diária, do que esta correria esquizofrênica, muito mais do que este mundo doente, violento e de moral cada dia mais decadente que as mídias nos vendem.
Que pelo menos uma vez por dia ou por semana, uma vez ao mês que seja, a gente pare tudo que estivermos fazendo e façamos algo do tempo que fazíamos lá atrás na nossa infância. Não se sinta constrangido com isso, pelo contrário resgate o espirito, resgate a si mesmo e não tenho dúvidas que seu coração irá bater de uma forma diferente, ainda que sua sensibilidade não esteja treinada para perceber isso.
Tenho feito isso graças a ajuda de um pequeno ser iluminado que mudou por completo a minha vida. O meu filho Samuel, o garotinho de sorriso lindo que ilustra este post. Fiz esta montagenzinha para usá-la lá no blog do pai do Samuel, o espaço que eu utilizo para ser o maior pai babão sem o menor constrangimento e não tinha como deixar de usá-la aqui também, afinal foi muito conveniente e tem tudo a ver com o post de hoje, tanto que encerrei fechando o círculo, demonstrando a relação para vocês.
Uma ótima semana a todos, que a paz reine em seus corações, fiquem com Deus e até a próxima.

Nenhum comentário:
Postar um comentário