Ali por volta de 2005/06 eu assisti a um belo filme que me tocou e me marcou tanto que nunca saiu da minha memória desde então. Algumas semanas atrás eu fui tomado por um tipo de saudade deste filme e impulsionado pela emoção que ele me causou decidi assisti-lo outra vez.
Crash - no limite (da tradução adotada para o português), é sem dúvida nenhuma nenhuma um belo filme. Verdadeiramente um dos melhores que eu já assisti. Um elenco de primeira como nomes já consagrados como Sandra Bulock, Matt Dillon, Don Cheadle, Brendan Fraser, divide a tela com uma grande lista de atores e atrizes nem tão conhecidos (ou mesmo desconhecidos) do grande público no geral e que, no entanto, funciona perfeitamente em total harmonia. O roteiro é simplesmente maravilhoso. Fazer com que o destino de tantos personagens, tão diferentes entre si, se choquem na trama tal qual como é feito, ouso dizer que beira a genialidade. O fio condutor da narrativa é o preconceito racial, mas não se restringe ao clássico brancos X negros. Não, é bem mais que isso. Foram adicionadas outras raças que fazem parte do caldeirão fervente que é Los Angeles (EUA) - a cidade que serve de palco onde os personagens atuam - latinos, muçulmanos, asiáticos e para deixar a trama ainda mais rica, real e verdadeira, estendeu-se também ao preconceito entre classes. Há cenas de pura poesia visual e com um peso dramático capaz de balançar até os mais duros e mais céticos. Para resumo da ópera, uma verdadeira obra-prima, não é a toa que foi indicado a seis Oscar e ganhou três, além de diversos prêmios em outros festivais de cinema pelo mundo a fora. Quem eu ainda não assistiu deve fazê-lo. Recomendo.
É seguindo nesta vertente de pensamento que complemento o meu raciocínio neste texto de hoje. Preconceito e intolerância, são dois dos maiores males que atingem a sociedade historicamente desde os mais remotos tempos. Para minha tristeza é algo que parece ser inerente a grande maioria dos homens. E sempre fica aquela sensação desesperançada de que atualmente estamos próximos de chegar no limite.
Viver no limite cansa, estressa e porque não dizer assusta, sem falar em toda a tensão que ocasiona. Pessoas que vivem tensas tem uma alta probabilidade de surtarem, de entrarem em colapso e cometerem as loucuras, os absurdos que com uma frequência alta circula nos noticiários de todas as mídias, em todos os cantos do mundo...
Encerro por aqui, como uma pausa aberta a reflexão. Deixo no ar uma pergunta que vem acompanhada de uma dica - responda sinceramente: O quão preconceituoso e intolerante, de fato, você é? A dica -
observe-se atentamente agindo em seu dia a dia. As opiniões que manifesta. A rapidez com que julga precocemente aqueles que são diferentes de você. Diferentes do seu modo de agir e de pensar. Fique atento e evite ao máximo viver no limite. Se estiver próximo dele, recue, sempre há tempo para retomar o caminho e fazer a nossa parte para dar um maior sentido e valor a nossa existência.
Um ótimo fim de semana a todos, fiquem com Deus, fui!
É seguindo nesta vertente de pensamento que complemento o meu raciocínio neste texto de hoje. Preconceito e intolerância, são dois dos maiores males que atingem a sociedade historicamente desde os mais remotos tempos. Para minha tristeza é algo que parece ser inerente a grande maioria dos homens. E sempre fica aquela sensação desesperançada de que atualmente estamos próximos de chegar no limite.
Viver no limite cansa, estressa e porque não dizer assusta, sem falar em toda a tensão que ocasiona. Pessoas que vivem tensas tem uma alta probabilidade de surtarem, de entrarem em colapso e cometerem as loucuras, os absurdos que com uma frequência alta circula nos noticiários de todas as mídias, em todos os cantos do mundo...
Encerro por aqui, como uma pausa aberta a reflexão. Deixo no ar uma pergunta que vem acompanhada de uma dica - responda sinceramente: O quão preconceituoso e intolerante, de fato, você é? A dica -
observe-se atentamente agindo em seu dia a dia. As opiniões que manifesta. A rapidez com que julga precocemente aqueles que são diferentes de você. Diferentes do seu modo de agir e de pensar. Fique atento e evite ao máximo viver no limite. Se estiver próximo dele, recue, sempre há tempo para retomar o caminho e fazer a nossa parte para dar um maior sentido e valor a nossa existência.
Um ótimo fim de semana a todos, fiquem com Deus, fui!

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